Imagem capa - “Não sei, só sei que foi assim”.  por Bravo! Fotografia
StorytellingViagens

“Não sei, só sei que foi assim”.

Comecei a fotografar em 1995. E lá se vão 25 anos...!


Tudo começou em uma viagem pela Europa. Eu tinha comprado uma câmera de segunda mão de uma amiga 5 anos antes e usei essa mesma câmera em minha primeira viagem internacional. Uma Canon de plástico com lente fixa e um terrível desvio de paralaxe que tinha que ser corrigido “no olho”. E filmes. Muitos filmes!


Quando voltei, o pessoal da loja onde revelei os filmes elogiou algumas das fotos (outras ficaram horríveis, confesso). Mostrei essas fotos melhores para amigos e familiares que gostaram bastante. Uma dessas fotos acabou em um quadro no escritório de outra amiga enquanto outras ainda estão na parede de casa.




E foi assim que a fotografia entrou na minha vida como mais um hobby (assim como música e literatura). Comprei livros sobre o assunto, tomei dicas com fotógrafos profissionais e fui avançando nessa arte enquanto trabalhava na área financeira, na qual já era formado e trabalhava desde 1990.


Quando resolvi viajar em 2008 para a Colômbia, acabei comprando uma pequena Sony Cybershot. Compacta, leve e com lente fixa da Carl Zeiss. Muito legal para fotografia de rua. Com ela rodei pelo país, visitei 6 cidades e fiz imagens que ainda hoje me trazem boas lembranças. Tanto que ainda a uso!





Dois anos depois tive a chance de visitar o Québec e lá adquiri minha primeira DSRL, uma Nikon D3000. Pela primeira vez pude trocar lentes, colocar filtros e experimentar algumas alternativas ao registrar uma viagem.


Naquele ano conheci minha esposa, que também vinha do mundo corporativo. Formada em Turismo e pós-graduada em Marketing, a Elaine era antes de tudo outra amadora apaixonada por fotografia e viagens. Mais do que um equipamento incrível (ela tinha uma simples câmera digital Casio Elixim), ela já mostrava sensibilidade para contar histórias por meio de imagens.




De 2011 a 2017 viajamos juntos em diversas oportunidades dentro e fora do Brasil e nosso interesse pela fotografia e pela indústria do Turismo só foi aumentando. 


Aumentou tanto que livros e vídeos sobre o assunto já não bastavam. Então, em 2018, decidimos fazer um curso profissionalizante na área. E isso mudou o ritmo de nossos planos.


Pensávamos na fotografia como um plano B para a aposentadoria, mas a entrega foi tal que tiramos um sabático em 2019 para estruturar a nova carreira e decidimos antecipar os planos do tal plano B.


Em 2019 juntamos ao nosso equipamento de trabalho uma Nikon DSRL D750, uma Sony Mirrorless Alpha 6000 (excelente para vídeo!), várias lentes Nikkor e Sony, além da premiada Sigma Art DG HSM que é excepcional para arquitetura e paisagens, tripés Manfrotto, filtros, flashes Godox e um monte de outras “coisas legais”! A sessão de fotografia da biblioteca cresceu em mais de 30 títulos e o diploma de fotógrafos profissionais saiu do forno pela Omicron Escola de Fotografia.


Um de nossos trabalhos de formatura recebeu menção honrosa no Brasília Foto Show, o maior festival de fotografia popular do Brasil.



Com as novas câmeras criamos imagens para portfólio, viajamos e no início de 2020, pouco antes da pandemia, nascia a Bravo! Fotografia, uma empresa que materializava nossa paixão comum pela fotografia, pela indústria de Turismo e Hotelaria, pela Arquitetura, pela Gastronomia, pelas viagens e principalmente pela arte de contar boas histórias por meio de imagens capturadas através das lentes.












E em 2020, se por um lado a pandemia certamente atrasou algumas ações que tínhamos em mente para a empresa, também nos deu tempo de fazermos diversos outros cursos, estruturar os fluxos de trabalho internos, organizar de forma profissional as áreas administrativa e financeira (tivemos longa passagem pelo mundo corporativo, lembra?) e incluir novos serviços ao cardápio da empresa, o caso a fotografia aérea com drones (um drone DJI se juntou aos nosso arsenal, permitindo novos voos criativos!)  e da curadoria de imagens para o marketing de nossos clientes.



E foi assim. Nossa paixão pela narrativa fotográfica começou mais ou menos na mesma época, há mais de um quarto de século atrás. Essa paixão foi contada por diferentes lentes, que nos ajudaram a lapidar o olhar, a ver o mundo de forma particular e poder hoje ajudar outros empreendedores a contar as histórias de seus próprios produtos e serviços por meio de imagens.


E você? Que a história gostaria de contar pra nós, para que a traduzíssemos em imagens? 

Marque um café e conte pra gente.